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<title>Olhar 360 Espirito Santo - Sua fonte de notícias do seu estado.</title>
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<description>Olhar 360 Espirito Santo - O seu portal de informações</description>
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<title>Comissão aprova criação de plataforma para aproximar pequenos municípios e universidades</title>
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<description>Projeto de lei está em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Thiago Cristino/Câmara dos Deputados</media:description>
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<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1282243" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1282243">
<div class="midia-creditos">Thiago Cristino/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">David Soares, relator do projeto</div>
</div>
<p>A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria a Plataforma de Integração de Municípios e Universidades (PLIMU). A ideia é aproximar municípios de universidades e centros de pesquisa para desenvolver soluções em áreas como saúde, educação, infraestrutura e gestão pública, além de capacitar gestores.</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado David Soares (Pode-SP), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1145715-proposta-cria-plataforma-para-integrar-universidades-e-pequenos-municipios">Projeto de Lei 4671/24</a>, do deputado Adriano do Baldy (PP-GO).</p>
<p>A versão original previa a criação da PLIMU como uma estrutura própria, coordenada por comitê nacional formado por representantes do governo federal, de associações de municípios e de universidades e centros de pesquisa. O relator, porém, optou por incorporar a iniciativa à Lei de Inovação (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2004/lei-10973-2-dezembro-2004-534975-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 10.973/04</a>), aproveitando a estrutura existente de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico.</p>
<p>Com a mudança, a plataforma deixa de funcionar como um programa autônomo e passa a atuar como um repositório nacional de soluções desenvolvidas por universidades e instituições de pesquisa para atender demandas de municípios de até 50 mil habitantes.</p>
<p>David Soares citou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) segundo os quais municípios de pequeno porte concentram alguns dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Para ele, o isolamento geográfico, a baixa oferta de serviços públicos e a limitada capacidade de investimento dificultam o acesso a inovações.</p>
<p>"É necessário aproximar a identificação dos problemas enfrentados pelos municípios das instituições capazes de desenvolver soluções para essas realidades", argumentou o parlamentar.</p>
<p>Divulgação obrigatória
Pela proposta, os produtos e serviços desenvolvidos com recursos da União serão cadastrados de forma obrigatória na plataforma. Nos demais casos, a divulgação será facultativa.</p>
<p>Além disso, instituições científicas, tecnológicas e de inovação que desenvolvam soluções para municípios deverão comunicar esses projetos ao gestor da plataforma e, quando os contratos permitirem, disponibilizar os resultados para consulta.</p>
<p>Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Educação; Desenvolvimento Urbano; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova programa de incentivo à exportação sustentável da cadeia da moda brasileira</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/comissao-aprova-programa-de-incentivo-a-exportacao-sustentavel-da-cadeia-da-moda-brasileira</link>
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<description>O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285201" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285201">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá: "A sociobiodiversidade brasileira é um diferencial competitivo no mercado internacional"</div>
</div>
<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que cria o Programa Moda Brasileira no Mundo. A ideia é apoiar empresas, cooperativas, associações, empreendimentos comunitários e arranjos produtivos da cadeia da moda na elaboração de estratégias de exportação sustentável.</p>
<p>O programa garante prioridade a iniciativas que usem materiais e técnicas ligados à sociobiodiversidade, ao extrativismo sustentável e à produção artesanal de povos indígenas e comunidades tradicionais.</p>
<p>Entre as iniciativas previstas estão a capacitação para acesso a mercados internacionais, a adaptação dos processos produtivos às exigências de sustentabilidade e rastreabilidade, além de orientação sobre como obter certificados internacionais e estruturar cadeias produtivas mais transparentes.</p>
<p>Proteção aos conhecimentos tradicionais
Pela proposta, as empresas que usem conhecimentos tradicionais em seus produtos deverão identificar a procedência de materiais e técnicas, remunerar de forma justa os artesãos, bem como obter autorização prévia para o uso de grafismos, padrões e outras expressões culturais tradicionais.</p>
<p>O colegiado aprovou o substitutivo da relatora, deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), ao Projeto de Lei 7153/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR).</p>
<p>A relatora manteve o conteúdo original, mas ampliou a iniciativa para incluir negócios liderados por povos tradicionais.</p>
<p>"A sociobiodiversidade brasileira não é apenas patrimônio cultural e ambiental, mas também um diferencial competitivo para a inserção sustentável dos produtos nacionais no mercado internacional", destacou a deputada.</p>
<p>Célia Xakriabá citou dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), segundo os quais o setor reúne cerca de 25 mil empresas, gera 1,3 milhão de empregos diretos e movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano.</p>
<p>A proposta determina que o programa seja executado em articulação com órgãos públicos, instituições financeiras, entidades do setor da moda e organizações indígenas e de comunidades tradicionais.</p>
<p>Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise das comissões de Indústria, Comércio e Serviços; Desenvolvimento Econômico; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

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<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Marinho pede solução do Supremo contra uso irregular do MEI</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/marinho-pede-solucao-do-supremo-contra-uso-irregular-do-mei</link>
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<description>Ministro chama de fraude o uso de microempreendedores para substituir contratos formais de trabalho.</description>
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<media:description type="plain">© Lula Marques/ Agência Brasil.</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) tem a responsabilidade de impedir o uso indevido do registro de microempreendedor individual (MEI) como forma de substituir contratos formais de trabalho, disse nesta quarta-feira (24) o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>

<p>A declaração foi feita durante a apresentação da nova Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Mensalizada, em Brasília. Segundo Marinho, a contratação de profissionais como pessoa jurídica em situações que apresentam características de emprego formal pode configurar fraude trabalhista.</p>

<h2>Limites do MEI</h2>

<p>Marinho defende que o MEI seja usado apenas por trabalhadores autônomos que exerçam atividades de empreendedorismo real, e não como alternativa para empresas evitarem obrigações trabalhistas.</p>

<p>Segundo o ministro, algumas funções não teriam perfil de atividade empresarial quando exercidas dentro da estrutura de uma empresa, como jornalistas, enfermeiros e cargos de gerência.</p>


<p>"Não se pode utilizar o MEI como forma de uma fraude trabalhista", ressalta.</p>


<p>O Ministério do Trabalho considera irregular a contratação via MEI quando estão presentes elementos típicos de vínculo empregatício, como subordinação, pessoalidade, habitualidade e pagamento fixo.

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<h2>Debate no Supremo</h2>

<p>A manifestação ocorre enquanto o STF analisa ações relacionadas à chamada "pejotização", que envolve a contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas e a definição dos limites para reconhecimento de vínculo empregatício.</p>

<p>Para Marinho, permitir o uso indiscriminado de pessoas jurídicas em substituição a empregados formais poderia enfraquecer direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>

<h2>Horas extras</h2>

<p>Durante o evento, o ministro também comentou sobre o pagamento de horas extras e afirmou esperar que empresas estejam cumprindo a legislação trabalhista.</p>

<p>Pelas regras atuais, a jornada regular é de até 44 horas semanais. Quando esse limite é ultrapassado, o trabalhador deve receber a remuneração adicional, salvo situações previstas em acordos de compensação ou banco de horas.</p>

<p>Marinho afirmou que empresas que deixarem de contabilizar ou pagar corretamente as horas extras poderão ser alvo de fiscalização e multas.</p>

<h2>Jornada formal</h2>

<p>Dados da Rais Mensalizada apresentados no evento mostram que grande parte dos trabalhadores formais tem jornadas superiores a 41 horas semanais. Atualmente, o limite no Brasil corresponde a 44 horas semanais, mas pode cair para 40 horas caso o Congresso aprove o fim da escala 6 por 1.</p>

<h2>Principais números:</h2>

<ul>
	<li>37,11 milhões de trabalhadores têm jornada acima de 41 horas semanais;</li>
	<li>9,24 milhões de trabalhadores cumprem entre 31 e 40 horas por semana;</li>
</ul>

<p>O ministro afirmou acreditar que a maior parte das empresas cumpre as regras, mas destacou que a fiscalização continuará atuando em casos de descumprimento.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mercado de trabalho formal cresce 2,6%; serviço público puxa alta </title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/mercado-de-trabalho-formal-cresce-2-6-servico-publico-puxa-alta</link>
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<description>As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos proporcionais no período</description>
<media:content url="https://www.radarroraima.com.br/uploads/images/2026/06/mercado-de-trabalho-formal-cresce-2-6-servico-publico-puxa-alta1782323166.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho formal brasileiro registrou crescimento de 3,6% em um ano e alcançou 62,2 milhões de vínculos ativos em fevereiro de 2026, segundo dados da nova Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Mensalizada, divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O avanço foi impulsionado principalmente pelo aumento do número de servidores públicos, que superou o ritmo de expansão dos empregos com carteira assinada.</p>

<p>O total representa acréscimo de 2,17 milhões de vínculos em relação a fevereiro de 2025. Do estoque registrado, 48 milhões eram trabalhadores celetistas e 13,8 milhões correspondiam a agentes públicos, incluindo servidores estatutários, contratados por tempo determinado e ocupantes de cargos em comissão.</p>

<p>Confira os destaques:</p>

<ul>
	<li>62,2 milhões de vínculos formais em fevereiro de 2026;</li>
	<li>+2,17 milhões de postos em 12 meses;</li>
	<li>13,8 milhões de agentes públicos;</li>
	<li>48 milhões de trabalhadores celetistas;</li>
	<li>3,6% de crescimento anual do emprego formal.</li>
</ul>

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<h2>Setor público avança</h2>

<p>Os vínculos no setor público cresceram 8,6% na comparação anual, com a criação de 1,09 milhão de postos. Já os trabalhadores com carteira assinada tiveram expansão de 2,2%, com aumento de 1,04 milhão de vínculos.</p>

<p>Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, o mercado formal ganhou 1,39 milhão de trabalhadores. O destaque novamente ficou com os agentes públicos, que avançaram 7,81% no período, passando de 12,8 milhões para 13,8 milhões de vínculos.</p>

<p>Segundo o levantamento, cerca de 886,9 mil das novas contratações públicas registradas no início do ano foram por tempo determinado.</p>

<h2>Alta no início do ano</h2>

<p>O resultado também está relacionado ao comportamento sazonal do mercado de trabalho nos primeiros meses do ano, período em que alguns setores retomam contratações após férias coletivas e recesso.</p>

<p>Apesar do crescimento dos vínculos formais, o avanço dos empregos privados ocorreu em ritmo mais moderado. O número de celetistas passou de 47,6 milhões em dezembro para 48 milhões em fevereiro, alta de 0,81%.</p>

<h2>Diferenças regionais</h2>

<p>As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos proporcionais no período.</p>

<ul>
	<li>Norte: alta de 4,16%;</li>
	<li>Nordeste: crescimento de 3,27%;</li>
	<li>Centro-Oeste: avanço de 2,70%.</li>
</ul>

<p>Considerando o crescimento absoluto do número de empregos formais, Minhas Gerais e São Paulo se destacam com 271,2 mil e 148,5 mil novos vínculos, respectivamente. </p>

<h2>Mulheres ganham espaço</h2>

<p>A participação feminina no emprego formal aumentou no período. O número de vínculos ocupados por mulheres chegou a 28,6 milhões em fevereiro, alta de 4,7% em relação ao ano anterior.</p>

<p>Entre os homens, o crescimento foi de 2,7%, alcançando 33,5 milhões de vínculos. Com isso, a participação das mulheres no mercado formal passou de 45,6% para 46,1%.</p>

<p>O levantamento também apontou crescimento mais forte entre trabalhadores indígenas, pretos e pardos, além de avanço expressivo entre jovens de 18 a 24 anos, que tiveram aumento de 1,21 milhão de vínculos em 12 meses.</p>

<h2>Dados salariais</h2>

<p>A massa salarial mensal passou de R$ 235,7 bilhões em janeiro de 2025 para R$ 240,7 bilhões em dezembro do mesmo ano, alta de 2,1%. A massa salarial engloba a soma de todos os rendimentos recebidos pelos trabalhadores em um determinado período.</p>

<p>A remuneração média mensal chegou a R$ 4.369 em dezembro de 2025, contra R$ 4.208,6 em fevereiro, aumento de 3,8%.</p>

<p>O setor de serviços concentrou a maior parcela da massa salarial, com cerca de R$ 155 bilhões no último mês analisado.</p>

<h2>Governo revisa registros</h2>

<p>O Ministério do Trabalho informou que identificou inconsistências nos dados de remuneração enviados pelos empregadores. Embora o número de vínculos formais tenha crescido de 60 milhões para 62,2 milhões em um ano, a quantidade de registros com remuneração válida caiu de 55,26 milhões para 53,53 milhões.</p>

<p>Diante das divergências, o governo decidiu divulgar os dados salariais apenas até dezembro de 2025 e aprofundar a análise das informações antes das próximas atualizações da Rais Mensalizada.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Defesa de Bolsonaro pede a Moraes que prorrogue prisão domiciliar</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/defesa-de-bolsonaro-pede-a-moraes-que-prorrogue-prisao-domiciliar</link>
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<description>STF avalia se Bolsonaro cometeu falta grave após apreensão de arma.</description>
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<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente da República (2020-2024) Jair Bolsonaro pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que prorrogue a prisão domiciliar concedida ao político em março deste ano.</p>

<p>A solicitação foi protocolada no fim da noite desta terça-feira (23), com um relatório médico atualizado na véspera (22). Segundo o advogado Paulo Cunha Bueno, o laudo demonstra que, embora permaneça estável, o quadro clínico do ex-presidente ainda exige atenção contínua e cuidados especiais.</p>


<p>“Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas”, afirmou o advogado, em suas redes sociais.</p>


<p>Condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista, o ex-presidente está cumprindo a pena em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, em bairro nobre da capital federal.</p>

<p>Ao atender o primeiro pedido da defesa, no final de março, Moraes autorizou o político a cumprir a pena em casa por 90 dias, prazo que termina nesta quinta-feira (25).</p>

<p>Em sua decisão, Moraes levou em conta laudos médicos que apontaram que o ex-presidente ainda apresentava sequelas de uma pneumonia que o fez passar 14 dias internado no hospital particular DF Star, em Brasília.</p>

<p>A expectativa inicial é de que o ministro se posicione, até esta quinta-feira, sobre se manterá o regime de cumprimento de pena do ex-presidente.

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<h2>Arma de fogo</h2>

<p>Moraes deve levar em conta também o fato de a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) ter apreendido uma arma de fogo que, supostamente, pertence a Bolsonaro.</p>

<p>Na noite do último dia 15, ao parar um carro durante uma blitz de rotina, policiais militares apreenderam uma pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm), e um carregador sobressalente. </p>

<p>Conduzido até uma delegacia, o motorista do veículo se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.</p>

<p>Segundo a PCDF, que instituiu um inquérito para investigar o caso, o homem disse que a arma tinha apresentado problemas e que, por isso, pediram-lhe que a levasse para um especialista em reparos.</p>

<p>A pistola teria sido retirada da residência de Bolsonaro naquele mesmo dia e seria devolvida no dia seguinte.</p>

<p>Na manhã desta quarta-feira (24), Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste, em até 48 horas, sobre se o ex-presidente cometeu falta disciplinar grave ao manter a arma consigo. </p>

<p>Segundo a Lei de Execução Penal, comete falta grave o condenado à pena privativa de liberdade que possuir, indevidamente, instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem. </p>

<p>Em sua decisão,  Moraes revela que, ao prestar depoimento sobre o caso, na tarde de ontem, Bolsonaro confirmou que a arma é sua e está devidamente registrada. Além disso, o ex-presidente manteve a arma consigo porque "tinha três mulheres em casa" e, portanto, "não poderia ficar desarmado".</p>

<p>O advogado Paulo Cunha Bueno confirmou, nas redes sociais, que a arma pertence a Bolsonaro.</p>

<p>"E tendo em vista que não houve determinação de cancelamento de seu registro e [para a] entrega da arma, esta deveria, de fato, estar em seu endereço residencial, onde [Bolsonaro] hodiernamente [atualmente] se encontra custodiado”, escreveu Bueno nas redes sociais, confirmando que foi o ex-presidente quem, ao manusear a pistola, constatou que ela estava com problema.</p>

<p>“Razão pela qual solicitou a um dos seus seguranças, sargento do Exército com expertise de manutenção daquele modelo, que verificasse qual problema”, escreveu Bueno.</p>

<p>“Em momento algum houve intuito de descumprir qualquer determinação legal, sendo certo que se trata de episódio criminalmente acromático [de menor relevância penal]”, concluiu o advogado, assegurando confiar no arquivamento do inquérito da Polícia Civil. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova projeto que obriga o governo a oferecer livros digitais gratuitos</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/comissao-aprova-projeto-que-obriga-o-governo-a-oferecer-livros-digitais-gratuitos</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.radarroraima.com.br/noticia/comissao-aprova-projeto-que-obriga-o-governo-a-oferecer-livros-digitais-gratuitos</guid>
<description>O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados

</description>
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<media:description type="plain">Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285144" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285144">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Sâmia Bomfim recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o poder público a disponibilizar, em ambiente digital, a versão digital de livros didáticos, pedagógicos e literários comprados para uso nas escolas públicas.</p>
<p>A medida altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10753-30-outubro-2003-497306-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Política Nacional do Livro</a>.</p>
<p>O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), ao Projeto de Lei 2052/22, do deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), e ao projeto apensado.</p>
<p>Mudanças no texto original
A versão original obrigava as editoras a entregar, de forma gratuita, cópias digitais dos livros vendidos ao poder público.</p>
<p>A relatora, porém, optou por atribuir ao próprio poder público a obrigação de oferecer a versão digital das obras.</p>
<p>Segundo Sâmia Bomfim, a proposta busca ampliar o acesso à leitura sem comprometer a sustentabilidade econômica da cadeia do livro. "Não se pode ignorar que o custo de publicação de um título vai muito além dos custos de papel e impressão, incluindo direitos autorais, trabalho editorial e despesas administrativas", afirmou.</p>
<p>Crescimento da leitura digital
Uma pesquisa chamada Panorama do Consumo de Livros, realizada pela Câmara Brasileira do Livro, mostrou que, em 2025:</p>

16% dos consumidores compraram apenas livros digitais; e
28% consumiram tanto livros impressos quanto digitais.

<p>Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Educação, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Renovação de cota zero para carros elétricos beneficia consumidor</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/renovacao-de-cota-zero-para-carros-eletricos-beneficia-consumidor</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.radarroraima.com.br/noticia/renovacao-de-cota-zero-para-carros-eletricos-beneficia-consumidor</guid>
<description>No comando da pasta do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa destacou medida em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro.</description>
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<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Garantir melhores preços para o consumidor brasileiro e fortalecer a indústria automotiva nacional são as principais razões do governo federal para renovar, por seis meses, as cotas de importação com alíquota zero para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD). A informação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa.</p>

<p>Em entrevista ao programa Bom dia, ministro, nesta quarta-feira (24), ele explicou que a presença dos veículos elétricos já virou parte da cena urbana do país.</p>


<p>“O governo federal tomou essa decisão ontem não foi para causar dano para produção nacional, ao contrário, é para favorecer sobretudo o consumidor, o mercado.”</p>


<p>A medida terá validade por seis meses a partir de 1º de julho do próximo ano e contempla um limite de US$ 463 milhões em veículos nos regimes CKD e SKD, que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.</p>

<p>“Essa decisão foi tomada porque essas montadoras estão se instalando no país para produzir. Tem uma lá em São Paulo, tem outra na Bahia que já estão começando a produzir veículos híbridos, híbridos flex, aqui no país, o que é bom para oferta, tanto para o mercado quanto para geração de emprego e de renda.”</p>

<p>Sobre as críticas das montadoras tradicionais, o ministro ressalta só acessará as linhas de financiamento quem fabricar no país. Segundo o ministro, o Brasil tem uma série de medidas para acomodar todos os interesses que são legítimos.</p>

<p>A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) declarou que a manutenção das cotas de importação a veículos elétricos com alíquota zero pode prejudicar fabricantes instalados no Brasil, trabalhadores e empresas nacionais de autopeças.</p>

<h2>Aumento do imposto</h2>

<p>Por outro lado, o Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) manteve o cronograma de aumento das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos.</p>

<p>Os veículos eletrificados semidesmontados (SKD) terão a tarifa de importação elevada para 35% a partir de julho. Já os modelos desmontados (CKD) continuarão com alíquota de 14% até o fim de 2026, passando também para 35% em janeiro de 2027.</p>

<p>“O governo federal tem intensificado e fortalecido muito a indústria automotiva no Brasil. Quem quiser montar, fabricar, produzir aqui no país encontra vantagens em instrumentos de fomento, de apoio. Mas [o país] também não criou uma barreira para a importação”, acrescentou Márcio Elias Rosa.</p>

<p>De acordo com o ministro, o Brasil começou cronograma de elevação do imposto de importação, que vai chegar, em janeiro do ano que vem, a 35% para todos os veículos.
 
“Havia pressão para que reduzíssemos o imposto de importação, para que não acontecesse agora o aumento, porque, a partir de 1º de julho é que sobe para 35%. Isso foi mantido."</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Projeto determina que câmaras municipais sejam informadas sobre obras federais e estaduais</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/projeto-determina-que-camaras-municipais-sejam-informadas-sobre-obras-federais-e-estaduais</link>
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<description>Pelo texto, a notificação detalhada deverá ocorrer em até cinco dias úteis após a assinatura do contrato ou autorização</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1278117" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1278117">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Hildo Rocha, o autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 663/26 exige que os órgãos federais e estaduais informem as câmaras municipais sobre a execução de obras, serviços e programas nos municípios. Pelo texto, que está em análise na Câmara dos Deputados, a notificação deverá ocorrer em até cinco dias úteis após a assinatura do contrato ou da autorização.</p>
<p>Autor do projeto, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que a execução direta de obras nos municípios é comum, mas a falta de comunicação dificulta o controle social. “A medida visa fortalecer a transparência administrativa”, disse.</p>
<p>Principais pontos
A proposta determina que a comunicação oficial, física ou eletrônica, precisará detalhar:</p>

o objeto executado;
o valor total do investimento;
a origem dos recursos;
o cronograma físico-financeiro com prazos de início e conclusão; e
a identificação da empresa contratada.

<p>Punições
O texto estabelece ainda que o descumprimento da regra sujeitará o responsável a sanções administrativas.</p>
<p>As punições deverão ser aplicadas sem prejuízo da comunicação aos órgãos de controle, para a adoção de outras providências.</p>
<p>Próximos passos
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Saúde cria comitê para reduzir morte materna e infantil indígena</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/saude-cria-comite-para-reduzir-morte-materna-e-infantil-indigena</link>
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<description>Colegiado vai propor diretrizes e monitorar indicadores em conjunto com os Distritos Sanitários Especiais Indígenas.</description>
<media:content url="https://www.radarroraima.com.br/uploads/images/2026/06/saude-cria-comite-para-reduzir-morte-materna-e-infantil-indigena1782308780.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Rovena Rosa/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde, instituiu nesta quarta-feira (24) o Comitê de Redução da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil Indígena. O grupo atuará no âmbito do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS).</p>

<p>O colegiado será responsável por propor diretrizes, estratégias e instrumentos voltados à diminuição da mortalidade materna, fetal e infantil, respeitando as especificidades de cada Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI). A atuação inclui o monitoramento de indicadores de saúde, análise de fatores de risco e avaliação das ações desenvolvidas nas regiões atendidas.</p>

<h2>Atribuições</h2>

<p>Entre as principais competências do colegiado estão a elaboração de metodologias estratégicas e do Plano de Redução da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil Indígena, além do acompanhamento da implementação das medidas nos DSEIs. </p>

<p>Outra função é promover a articulação entre órgãos públicos, organizações da sociedade civil, comunidades indígenas e especialistas, incluindo representantes das medicinas tradicionais indígenas. </p>

<p>O grupo ainda poderá recomendar medidas para prevenir riscos epidemiológicos, especialmente em áreas com povos indígenas isolados ou de recente contato.</p>

<p>Nesses casos, as ações deverão seguir princípios como a precaução, o respeito à autodeterminação dos povos e a não imposição de contato, além da proteção integral à vida, às culturas e aos territórios tradicionalmente ocupados.
 </p>]]></content:encoded>
<category>Direitos Humanos</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Fabricação de produto alimentício gerou mais emprego em 2024, diz IBGE</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/fabricacao-de-produto-alimenticio-gerou-mais-emprego-em-2024-diz-ibge</link>
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<description>Destacam-se também a confecção de artigos do vestuário e acessórios, a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, além de veículos automotores, reboques e carrocerias</description>
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<media:description type="plain">© Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade de fabricação de produtos alimentícios foi a que mais empregou no Brasil em 2024, atingindo 2,1 milhões de pessoas. O total de pessoal ocupado ficou em 8,7 milhões. A ênfase é para as indústrias de transformação, que concentraram 97,1% do total.</p>

<p>Entre as atividades, destacam-se também a confecção de artigos de vestuário e acessórios (551,8 mil), a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (517,1 mil) e a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (491,9 mil).</p>

<p>Naquele ano, o mercado de trabalho no país tinha 8,7 milhões de pessoas empregadas em 358,4 mil empresas industriais. Em salários, retiradas e outras remunerações esse contingente recebeu R$ 481,1 bilhões.</p>

<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Anual: Empresa e Produto (2024), divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>Ainda em 2024, a receita bruta total dessas empresas atingiu R$ 8,8 trilhões, sendo a maior parte, R$ 7,4 trilhões, obtidos com a venda de produtos e serviços industriais, R$ 695,9 bilhões em revenda e serviços não industriais e as demais receitas somando R$ 706,0 bilhões.</p>

<p>A receita líquida de vendas (RLV), calculada a partir da receita bruta com a dedução dos impostos sobre vendas, das vendas canceladas e dos descontos incondicionais, alcançou R$ 6,8 trilhões. As empresas tiveram ainda R$ 2,6 trilhões em Valor de Transformação Industrial (VTI). Desse total, 88,8% tiveram origem nas indústrias de transformação.</p>

<p>Conforme o IBGE, o VTI é a variável obtida pela diferença entre o valor bruto da produção industrial e os custos das operações.</p>


<p>“Representa a riqueza efetivamente gerada pela atividade industrial”, disse o gerente de Análise e Disseminação da pesquisa, Marcelo Miranda, em entrevista à Agência Brasil.</p>


<p>As indústrias de transformação representaram 92,9% da receita líquida de vendas da indústria nacional em 2024. Os destaques foram as atividades de fabricação de produtos alimentícios que tiveram 23,0% do total da RLV. Na sequência estão a fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, com 10,1%, da fabricação de produtos químicos, 9,2%, da fabricação de veículos automotores, reboques e carroceria, que tiveram 8,9%, e de metalurgia, que somou 6,4%.</p>


<p>“A fabricação de produtos alimentícios é extremamente representativa. É um dado significativo do Brasil. A economia brasileira tem muita dependência da produção e fabricação de alimentos. Era de se esperar que isso fosse também no ano de 2024, dentro da atividade industrial”, acrescentou o gerente.</p>


<p>Na produtividade, a extração de petróleo e gás natural ficou na frente do ranking, gerando R$ 13,3 milhões por pessoa ocupada.</p>

<h2>Tamanho das empresas</h2>

<p>Outro dado importante da pesquisa é que as empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas foram responsáveis por 67,9% da receita líquida total, ao chegarem a R$ 4,6 trilhões. As médias empresas, com 100 a 499 pessoas ocupadas, foram 17,4%; as pequenas 8,7%; e as microempresas responderam por 6,1%. “O contraste é relevante, pois, embora a indústria tenha muitas empresas de menor porte, a maior parte da receita está associada a firmas de maior escala”, analisou o IBGE.</p>

<h2>Renda</h2>

<p>Em geral, os salários, retiradas e outras remunerações somaram R$ 481,1 bilhões. Nesse montante, 94,9% do volume salarial foram pagos no setor de transformação. No total da indústria, o salário médio, calculado em salários mínimos, ficou em 3,0, sendo que na extrativa atingiu 5,4 mínimos. Nessa atividade, no entanto, o setor de extração de petróleo e gás natural, pagou 17,5 salários mínimos em 2024. Na transformação, chegou a 2,9 mínimos, sendo a atividade de fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis a de maior salário médio (7,9 salários).</p>

<p>Outro indicador importante é a “razão de concentração de ordem 8” (R8), medido pelo percentual do valor de transformação industrial correspondente às oito maiores empresas da indústria. Quanto maior esse índice, maior é a concentração de mercado. Em 2024, 20,2% do VTI estavam concentrados nas oito maiores empresas industriais. Nas Indústrias extrativas, o R8 foi de 50,1%, enquanto as Indústrias de transformação obtiveram 20,4%, com destaque para a extração de carvão mineral (96,5%), setor de maior concentração, e a confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,5%), setor de menor concentração</p>

<h2>Regiões</h2>

<p>Na avaliação das unidades da Federação, 18 das 27 têm a atividade de fabricação de produtos alimentícios como a primeira em valor da transformação industrial. A Região Sudeste apresentou forte concentração do VTI industrial (60,3%). Na sequência, ficaram o Sul (19,1%), Nordeste (8,4%), Norte (6,3%) e o Centro-Oeste (6,0%).</p>


<p>“A concentração regional é um traço persistente da estrutura industrial brasileira, associada à história de formação do parque industrial, infraestrutura, mercado consumidor, redes logísticas, disponibilidade de serviços produtivos e localização de cadeias específicas”, indicou o IBGE.</p>


<p>São Paulo se destacou como a principal unidade da Federação no VTI industrial, atingindo 34,5%. De acordo com os pesquisadores, o estado concentra atividades diversificadas, incluindo alimentos, químicos, veículos, máquinas, produtos de metal, farmacêuticos, borracha e plástico, como também serviços produtivos e de infraestrutura.</p>

<p>Com forte influência de petróleo, gás e derivados, o Rio de Janeiro atingiu 12,8%, seguido de Minas Gerais com 10,8%. Nesse estado, o destaque foi mineração, metalurgia, alimentos e outros segmentos industriais.</p>

<p>O segundo polo industrial do Brasil é a Região Sul, tendo os destaques - Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina - entre as maiores unidades da Federação em VTI. A estrutura da região passa por alimentos, máquinas e equipamentos, veículos, indústria metalmecânica, móveis, têxteis e outros segmentos.</p>

<p>Na Região Norte, as maiores influências são Amazonas, por causa do polo industrial de Manaus, incluindo eletrônicos e outros equipamentos, e o Pará com a mineração, especialmente metálicos.</p>

<p>Marcelo Miranda chamou a atenção para o desempenho do Amazonas, que, conforme informou, é a única unidade com fabricação de produtos de informática, eletrônicos e ópticos como a principal atividade.</p>


<p>“O Amazonas é a unidade da Federação mais relevante em termos de valor da transformação industrial da Região Norte. Isso não ocorre em nenhuma outra unidade  e tem uma justificativa plausível por causa da Zona Franca de Manaus com a concentração dessa atividade”</p>


<p>A Bahia e Pernambuco lideram no Nordeste, com as indústrias de químicos, derivados de petróleo, alimentos, bebidas e segmentos industriais regionais.</p>

<p>A força crescente da agroindústria, alimentos e biocombustíveis determinam o destaque de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no Centro-Oeste.</p>

<p>Para o gerente de Análise e Disseminação da pesquisa, Marcelo Miranda, o grande destaque da PIA 2024 é o desempenho da atividade de fabricação de produtos alimentícios e sua importância para a economia brasileira, principalmente na indústria de transformação, seguindo toda a cadeia produtiva do Brasil desde a agricultura até a transformação de produtos alimentícios, que é uma atividade industrial.</p>


<p>“Mostra o quanto a cadeia produtiva dos produtos alimentícios é importante na economia brasileira não só em pessoal ocupado, que é a atividade mais importante, como também em salários pagos”, analisou, lembrando que a atividade teve destaque em receitas e em termos regionais, quando 18 das 27 unidades a apresentaram como a que mais avançou.</p>


<h2>Delay</h2>

<p>Marcelo Miranda explicou que a diferença de tempo para a sua divulgação - agora está sendo apresentada a de 2024 - é decorrente de todo o processo de coleta e avaliação de dados. Primeiro, os pesquisadores precisam esperar que as empresas fechem o ano fiscal, que termina em 31 de dezembro, e analisem as informações entre março e abril. O IBGE faz a coleta durante todo o ano e depois a crítica dos dados até chegar à análise para fazer a divulgação no ano seguinte, o que provoca o delay de quase dois anos.</p>

<p>“Por isso que leva esse tempo um pouco longo, de um ano e meio, até conseguir divulgar a pesquisa”, disse Miranda, acrescentando que a divulgação é anual e que por causa de mudanças na metodologia de análise de dados não é possível fazer comparação com resultados de pesquisas anteriores.</p>

<h2>Pesquisa</h2>

<p>Segundo o IBGE, o objetivo da PIA é identificar as características estruturais básicas do segmento empresarial da atividade industrial no Brasil e “suas transformações no tempo, por meio de levantamentos anuais, tomando como base uma amostra de empresas industriais”.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova proposta de apoio a empreendedores negros</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/comissao-aprova-proposta-de-apoio-a-empreendedores-negros</link>
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<description>Texto segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285065" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285065">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Erika Hilton é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui um programa nacional de apoio ao afroempreendedorismo. O objetivo é fortalecer, formalizar e desenvolver atividades econômicas lideradas por pessoas negras e ampliar a participação de comunidades quilombolas e grupos de matriz africana no mercado nacional.</p>
<p>A redação aprovada é um substitutivo apresentado pela relatora, deputada Erika Hilton (Psol-SP), que consolidou o projeto original (PL 4057/15) do ex-deputado Vicente Cândido (SP) e outras três propostas que tramitam em conjunto (PLs 10421/18, 304/19 e 5619/23).</p>
<p>A proposta aprovada inclui o apoio à economia criativa, ao cooperativismo e à economia solidária. O novo texto também prevê a criação de uma Rede Nacional de Micro e Pequenos Afroempreendedores e de uma Comissão Nacional de Apoio ao Afroempreendedorismo, que contará com a participação da sociedade civil para monitorar as metas e os resultados do programa.</p>
<p>Erika Hilton defendeu a importância de medidas concretas para enfrentar as dificuldades de acesso a crédito e educação formal enfrentadas pela população negra. “O novo marco legal pode se tornar um instrumento de desenvolvimento econômico e social, alinhado aos compromissos do Estado brasileiro com a promoção da justiça racial”, afirmou.</p>
<p>Coordenação
De acordo com a proposta, o programa será coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em parceria com os ministérios da Igualdade Racial e do Empreendedorismo.</p>
<p>As linhas de crédito serão operadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), utilizando recursos do orçamento federal, depósitos compulsórios e outras fontes, com taxas de juros baseadas na Taxa de Juros de Longo Prazo.</p>
<p>As agências oficiais de fomento deverão fornecer aos beneficiários do programa informações e materiais de apoio sobre gestão empresarial, planejamento, inovação, marketing e finanças. Deverão, ainda, oferecer cursos de capacitação e consultoria técnica.</p>
<p>Próximos passos
A matéria ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Projeto estabelece tempo máximo de espera em atendimentos de saúde para crianças e adolescentes</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/projeto-estabelece-tempo-maximo-de-espera-em-atendimentos-de-saude-para-criancas-e-adolescentes</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.radarroraima.com.br/noticia/projeto-estabelece-tempo-maximo-de-espera-em-atendimentos-de-saude-para-criancas-e-adolescentes</guid>
<description>Texto tramita em regime de urgência e pode ser votado pelo Plenário </description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285049" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285049">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Heloísa Helena é a autora a proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 192/26, da deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), estabelece tempo máximo de espera para crianças e adolescentes em atendimentos de saúde. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. </p>
<p>A espera deve ter os seguintes limites:</p>

6 horas em casos de urgência ou emergência;
24 horas em casos de atendimento ambulatorial;
48 horas para cirurgias e procedimentos emergenciais;
15 dias para exames; e
30 dias para cirurgias eletivas.

<p>Esses prazos aplicam-se a pacientes com até 18 anos de idade.</p>
<p>O Ministério da Saúde poderá estabelecer prazos diferentes conforme a especialidade médica, desde que não ultrapassem o estabelecido no texto.</p>
<p>Caberá ao Sistema Único de Saúde (SUS) garantir a transparência das filas de espera dos atendimentos de crianças e adolescentes com a divulgação periódica de dados e informação clara às famílias sobre o tempo estimado de atendimento. </p>
<p>Justificativa
De acordo com a autora, a Constituição Federal assegura o direito prioritário à saúde para crianças e adolescentes, em desacordo com as longas filas para consultas, exames e procedimentos médicos.</p>
<p>“A infância e a adolescência correspondem a fases decisivas do desenvolvimento humano. A demora no diagnóstico ou no tratamento pode gerar consequências irreversíveis, comprometendo o crescimento, o aprendizado e a qualidade de vida futura”, afirma a deputada.</p>
<p>Próximos passos
O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Nova série da TV Brasil, Afiadas aborda com humor desafios femininos</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/nova-serie-da-tv-brasil-afiadas-aborda-com-humor-desafios-femininos</link>
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<description>Os oito episódios começam a ser exibidos na sexta-feira (26), às 23h.</description>
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<media:description type="plain">© Paulo Pinto/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Série de humor que debate temas fundamentais do universo feminino. Essa é a proposta da Afiadas, que estreia nesta sexta-feira (26), a partir das 23h, na TV Brasil.</p>

<p>A produção conta a história de Adrielly (Pretha Sousa), uma jovem manicure que vive em Brasília e que trabalha no salão de Dona Márcia (Heloisa Perissé). No Local, também trabalham Samantha (Carol Portes) e Jéssika (Veronica Debom).</p>

<p>É nesse cenário que a trama se desenrola. Enquanto tenta sobreviver financeiramente e conciliar a faculdade de sociologia, Adrielly registra em vídeo a rotina do seu local de trabalho, que recebe mulheres potentes do Brasil.</p>

<p>Dentro do salão, Dona Márcia conversa sobre temas do cotidiano das mulheres, como política e cuidados dos filhos. “São conversas profundas e muito engraçadas”, explicou Mayra Cotta, uma das produtoras da série.</p>


<p>“O humor ajuda a gente a encostar em temas que, de alguma outra forma, não se conseguiria chegar por ser muito dolorido ou porque ficaria muito chato de falar. O humor é então uma ferramenta muito potente.”</p>


<p>São oito episódios de 26 minutos. A cada um, uma convidada especial surge como cliente do salão. “O projeto é interessante porque, ao mesmo tempo que tem dramaturgia, também tem o lado sério da coisa, já que recebemos personagens reais para falar de assuntos reais”, explicou a atriz Heloisa Perissé.</p>

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<p>A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, e a atriz Heloísa Perissé no lançamento da série. Paulo Pinto/Agência Brasil</p>
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<p>“Chico Anísio sempre falou: ‘o humor entra em lugares que ninguém consegue’. O humor deixa a pessoa mais leve, a pessoa não se sente julgada ou agredida. Ao contrário, ela entra de uma forma suave. Como são assuntos delicados, assim fica mais fácil da gente levar essa mensagem.”</p>

<p>Uma das convidadas do salão é a atleta brasileira Daiane dos Santos, primeira ginasta do Brasil a conquistar uma medalha de ouro em um Campeonato Mundial. “É muito bacana ver o protagonismo feminino e falar de assuntos tão relevantes para todo mundo de um jeito bem-humorado”, acrescentou Daiane.</p>

<p>A trama também terá outras participações como a fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME), Ana Fontes, e a jornalista e escritora Milly Lacombe.</p>

<h2>Assuntos</h2>

<p>Entre os temas trabalhados pela série estão o machismo, o empreendedorismo, a violência, as relações afetivas, a economia do cuidado, o meio ambiente e a participação política das mulheres.</p>

<p>A proposta de Afiadas é deslocar o ambiente tradicional das entrevistas para o espaço cotidiano e informal do salão, aproximando o público das histórias e perspectivas dessas mulheres que pensam e transformam o Brasil. A direção é de Paulinho Caruso.</p>

<p>Segundo ele, o programa pretende não só atingir as mulheres, mas também servir como um instrumento de transformação para os homens. “Como homens dentro da equipe e assistindo a esses conteúdos, a gente aprendeu muito.”</p>

<p>O diretor conta que há assuntos óbvios para o meio feminino, mas que passam despercebido pelo universo masculino. Ele cita como exemplo um episódio em que a jornalista Milly Lacombe diz ter sido proibida de jogar futebol quando criança, porque isso era proibido às mulheres, na época.</p>


<p>“Achei que era exagero, uma figura de linguagem, mas é um fato [no Brasil, mulheres foram proibidas de jogar futebol de 1941 e 1979]. Com isso, a gente vai também aprendendo muito sobre esses temas.”</p>


<h2>TV pública</h2>

<p>A série será exibida semanalmente pela TV Brasil e também poderá ser acompanhada pelo YouTube (https://www.youtube.com/tvbrasil).</p>

<p>Durante o lançamento da série, nessa terça-feira (23) no Espaço Petrobras de Cinema, em São Paulo, a deputada federal Sâmia Bomfim reforçou a importância de se discutir temas relacionados ao universo das mulheres dentro de uma TV pública.</p>

<p>“[O programa] coloca a mulher em um lugar de não submissão em relação ao homem, mas a mulher por ela mesma, com seus direitos e por sua posição na sociedade. E será um programa com amplo alcance já que, em TV aberta, qualquer pessoa poderá assisti-lo.”</p>

<p>Para a presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, um dos papéis da TV pública é fomentar o debate sobre temas que atravessam o universo feminino.</p>


<p>“É importante que a TV pública apresente séries sobre gênero e que elas possam ter uma linguagem pop, divertida, sem, com isso, deixar de ser inteligente e de provocar debates relevantes. Acho que esta é maior importância da série a linguagem.”</p>


<h2>Episódios</h2>

<p>A temporada de Afiadas contará com oito episódios de 26 minutos cada. Os temas e entrevistadas de cada edição são:</p>

<ul>
	<li>Episódio 1: Empreendedorismo feminino, com Raquel Virgínia, cantora, empreendedora e fundadora da Agência Nhaí; e Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto RME.</li>
	<li>Episódio 2: Esporte e infância das meninas, com Daiane dos Santos, ícone da ginástica brasileira e embaixadora da ONU Mulheres; e Milly Lacombe, jornalista, escritora, roteirista e colunista.</li>
	<li>Episódio 3: Relações tóxicas – de casa ao trabalho –, com Maíra Recchia, advogada especialista em gênero e presidente da Comissão das Mulheres Advogadas da OAB/SP.</li>
	<li>Episódio 4: Economia do cuidado, com Ana Carolina Querino, representante adjunta da ONU Mulheres Brasil.</li>
	<li>Episódio 5: Vida além do trabalho, com Veronica Oliveira, palestrante.</li>
	<li>Episódio 6: Meio ambiente e soberania alimentar, com Ana Carolina Amaral, jornalista ambiental e fundadora do The Next Question.</li>
	<li>Episódio 7: Misoginia nas redes, com participação especial de uma personagem de videogame.</li>
	<li>Episódio 8: Sexualidade e consentimento, com Lázara Carvalho, advogada e professora especialista em educação em relações étnico-raciais.</li>
</ul>

<h2>Exibição multiplataforma</h2>

<p>Afiadas será exibida na TV Brasil e também nas plataformas digitais da emissora, como YouTube e o aplicativo TV Brasil Play, ampliando o acesso do público ao conteúdo.</p>

<p>Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Supremo retoma julgamento sobre uberização</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/supremo-retoma-julgamento-sobre-uberizacao</link>
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<description>Empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego nas relações entre motoristas de aplicativos e plataformas.</description>
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<media:description type="plain">© Marcello Casal jr/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (24) o julgamento sobre a validade das ações da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego na relação entre motoristas de aplicativos e as plataformas, a chamada "uberização". A sessão está prevista para começar às 14h.</p>

<p>O julgamento foi suspenso no dia 1° de outubro do ano passado, quando foram ouvidas as sustentações das partes envolvidas no julgamento. Na sessão de hoje, serão proferidos os primeiros votos sobre a questão.</p>

<p>Serão julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</p>

<p>A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte que entendem não haver relação de emprego formal com os entregadores.</p>

<p>A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.</p>

<p>Durante a tramitação do caso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Aposta de Manaus leva prêmio de R$ 2,8 milhões na Mega-Sena</title>
<link>https://www.radarroraima.com.br/noticia/aposta-de-manaus-leva-premio-de-r-2-8-milhoes-na-mega-sena</link>
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<description>Números sorteados são: 02 - 03 - 08 - 11 - 17 - 22. Para o próximo concurso, o prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões. </description>
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<media:description type="plain">© Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma aposta de Manaus (AM) acertou as seis dezenas do Concurso 3.022 da Mega Sena, realizado nesta terça-feira (23), e vai receber o prêmio de R$ 2.813.548,14. </p>

<p>A aposta simples, com seis números, foi feita na Loterias Bemol. </p>

<p>Os números sorteados são: 02 - 03 - 08 - 11 - 17 - 22</p>

<ul>
	<li>102 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 8.964,74 cada</li>
	<li>4.426 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 340,54 cada</li>
</ul>

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<h2>Apostas</h2>

<p>Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (25), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.</p>

<p>O prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões. </p>

<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 22:45:00 -0300</pubDate>
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</channel>
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